
09/07/2009
Nós abrimos espaço para que os encontristas participassem com suas bandas no NDesign Pernambuco, mostrando o seu som e suas melodias. Como o resultado dessa seleção já foi divulgado, tá na hora de saber quem vai tocar com quem e em qual festa!
Sem esquecer que além das bandas inscritas, teremos outras atrações que com certeza irão representar muito bem o cenário musical que temos em nosso estado, e que o resto do Brasil irá aproveitar isso conosco!
Essas atrações são:Balança Enredo, Soul do Mangue e …
…Salsa América, Nós 4 e Mombojó!
Confira a lista das festas e bandas que irão tocar:
– Festa Mangue (domingo – 19/07) -
local: Mercado Eufrásio Barbosa
Mombojó e Soul do Mangue.
- Festa Pijama (segunda – 20/07) -
local: Palco externo – AESO
Bill Back, Manifesto! e Caapora
- Festa Junina (terça – 21/07) -
local: Palco externo – AESO
Banda de forró
- Festa Carnaval (quarta – 22/07) -
local: Mercado Eufrásio Barbosa
Balança Enredo e Cordas e Retalhos.
- Festa Festa Latina (quinta – 23/07) -
local: Palco externo – AESO
Salsa América e Art’s And Crafts.
- Festa Scandaluxo (24/07 – sexta) -
local: Paraíso das Águas
Dj
- Festa Lual (25/07 – sábado) -
local: Paraíso das Águas
Nós 4 e Jahstafary
E ai gostou? Aproveita pra ver esse videoclipe de Mombojó!
08/07/2009

Para aqueles que virão de fora e de avião e quiserem mais comodidade para ir do aeroporto até Faculdade Barros Melo ( sede do N’ ), o traslado do aeroporto de Recife até lá será feito com taxi de uma cooperativa local, na qual a Easy Brazil Turismo fez um acordo para valores mais acessíveis.
O valor do traslado será de R$ 40,00 independente do horário de chegada (bandeira 1 ou bandeira 2).No veículo cabem até 4 pessoas, logo o valor por pessoa poderá ser de R$ 10,00.
Lembrando que caso não chegue nenhuma pessoa no mesmo horário para dividir o taxi o valor cobrado será de R$ 40,00. A Easy Brazil Turismo irá efetuar a ponte entre as pessoas que estarão chegando no mesmo horário para que todos consigam pagar R$ 10,00. Mas não nos responsabilizaremos por aqueles que chegarem em horários sozinhos.
Para garantir o valor informado as reservas deverão ser feitas antecipadamente e exclusivamente com a Easy Brazil Turismo através dos e-mail vendas@easybrazil.com.br ou easy@easybrazil.com.br.
Até o dia 10 de Julho
08/07/2009

oficina de brennand
A CONDe divulga agora os locais onde acontecerão as visitas técnicas e as vivências.Lembrando que visita técnica é a atividade onde o encontrista será inserido em locais externos a sede do evento, onde existe um trabalho de design mais intenso, como empresas, ateliês, gráficas. E que na vivência o encontrista será levado a lugares importantes do estado, com o intuito de extrair do cotidiano da cidade algo que contribua no conhecimento.
Confira abaixo os locais dessas visitas técnicas e vivências
- Visitas Técnicas -
Cia Editora de Pernambuco
Tem por objeto social a impressão, distribuição e comercialização dos Jornais Oficiais do Estado de Pernambuco, de artigos escolares e de escritório, de livros, inclusive didáticos, revistas, especialmente culturais, e demais publicações oficiais e particulares. Além da industrialização e comércio de artefatos de papel, processamento e digitalização de imagens, podendo atuar como concessionária de serviços de telecomunicação e de mídia, através de todos os meios de veiculação existentes ou que venham a ser criados.
Facform Impressos
A Facform é uma das melhores gráficas do Brasil. Vencedora do prêmio Sappi International Printers of the Year (considerado o oscar para excelência em impressão).
Evelyn Safh
A empresa Safh, do nome de sua fundadora e designer Brasileira Evelyn Safh lançou sua primeira coleção de acessórios de moda no Brasil no ano 2000. Desde o início, a designer Evelyn Safh procurou materiais que lhe oferecessem liberdade de criação e logo descobriu a resina de poliéster, uma matéria prima versátil até então pouco utilizada no seguimento de moda. Seu know-how e suas técnicas de produção próprias tornaram ano após ano a empresa em líder no seguimento de acessórios de moda em resina de poliéster
M D & I Módulo Design & Ilustração
A Módulo é uma empresa que atua na área de design desde 1988, desenvolvendo Identidades Coorporativas, Redesign de Marcas, Sinalizações, Projetos Editoriais, Projetos Gráficos e Embalagens. Desenvolve projetos para empresas de diversos portes desde Wal-Mart, Coca Cola, Shoppings do Grupo JCPM, Rapidão Cometa, Netuno, Jurandir Pires, Setta Combustíveis, Lojas Emmanuelle, até empresas locais de hotelaria e alimentação como: Grupo Dias, Grupo Fidji Móteis, Portal de Gravatá, Grupo Bonaparte, Casa dos Frios e diversos bares e restaurantes da região.
Multi Design
Fundada em 1972, a Multidesign é a mais antiga empresa da área em funcionamento no nordeste sediada em Olinda e liderada por Ricardo Peixinho (35 anos de atuação na área). Através dela desenvolveram-se sistemas de identidade visual, como o das Baterias Moura, Home Center Ferreira Costa, Grupo Bompreço, Coelce (Companhia de Eletricidade do Ceará) e Supermercados Nordestão.
Light Design Iluminação
A LIGHT DESIGN é uma empresa que oferece soluções completas de iluminação e não se limita à produção industrial. Elabora projetos luminotécnicos, de automação predial, visita e fiscaliza as obras onde projeta a luz, comercializa seus produtos, instala e oferece assistência técnica permanente. Trabalha em colaboração com construtoras, escritórios de arquitetura, decoração e paisagismo no desenvolvimento do projeto luminotécnico, assim como em parceria com os lighting designers e consultores. Seu objetivo é atender às necessidades de seus clientes e, para isso, coloca à disposição dos profissionais especificadores as informações técnicas necessárias ao desenvolvimento dos seus projetos. O currículo da empresa inclui projetos de grandes, médias e pequenas obras, nacionais e internacionais, como hotéis, lojas, aeroportos, hospitais, restaurantes, jardins, bancos, condomínios de luxo, embaixadas e residências.
Mooz
Desde abril de 2005, Mooz é um estúdio de ilustração e design em Recife. Servindo principalmente a clientes ligados a música e cultura, trabalhamos sempre como um time e também com colaboradores.
Estúdio Zero
No Estúdio Zero, arquitetos, estilistas, modelistas, técnicos têxteis, químicos e consultores em diversas áreas trabalham juntos. Ilustradores e designers de outros cantos do Brasil e do mundo também colaboram na confecção de estampas exclusivas, o que confere uma forte identidade visual às peças. Esta equipe multidisciplinar contribui para o mais alto padrão de qualidade em todos os aspectos. O Estúdio Zero funciona numa fábrica desativada na periferia do Recife. Um lugar inspirador, cercado pela Mata Atlântica, que abriga também uma produtora de áudio e outra de cinema.
- VIVÊNCIAS -
Marco Zero do Recife
A Praça Rio Branco, ou “Marco Zero”, fica no bairro do Recife, conhecido por “Recife Antigo”, perto do porto da cidade. O Parque das Esculturas foi construído sobre um recife em frente ao Marco Zero, o parque exibe uma exposição permanente composta por 90 esculturas de cerâmica assinadas pelo artista Francisco Brennand. A obra principal é a Coluna de Cristal, confeccionada em argila e bronze, com 32 metros de altura e inspirada em uma flor descoberta por Burle Marx. Do Marco Zero partem barquinhos que levam ao local.
Espaço Ciência
O Espaço Ciência, é o maior museu a céu aberto do país e um dos maiores do mundo, é um cenário tomado por um belo espelho d’água, uma hidrelétrica gerando corrente, um planetário, uma misteriosa caverna, um gigantesco vulcão, terremoto, giroscópio, avião, foguete, dentre tantos outros experimentos que saltam à vista. Além dos laboratórios de ponta nas áreas de Química, Física, Matemática, Biologia e Informática.
Lá são desenvolvidos também projetos sociais como: Clicidadão; Jardim da Ciência; Gepetto e a Ciência Jovem – Maior Feira de Ciências do Nordeste.
Mercado São José
O Mercado de São José é o mais antigo edifício pré-fabricado em ferro no Brasil, exportado da Europa para o Recife, no final do século XIX. Do ponto de vista arquitetônico é um monumento nacional que não faz parte apenas do patrimônio cultural do Brasil, mas também da humanidade, pois se constitui num raro exemplar da arquitetura típica do ferro. Atualmente, com seus 46 pavilhões, 561 boxes cobertos e 80 compartimentos na sua área externa, além de 24 outros destinados a peixes, 12 a crustáceos e 80 para carnes e frutas, o Mercado de São José é um local onde se encontra o melhor do artesanato regional, comidas típicas, folhetos de cordel, ervas medicinais, artigos para cultos afro-brasileiros, sendo também um importante centro de abastecimento do bairro de São José e um ponto de atração turística na cidade do Recife.
Casa da Cultura e Centro Pernambucano de Design
Em 1848, o governo da Província de Pernambuco resolveu construir uma nova cadeia para a cidade do Recife, o projeto da nova Casa de Detenção ficou pronto em 1850 e foi concebido segundo o modelo de penitenciária mais moderna existente na época, que tinha como princípio básico dispor as celas dos detentos de uma maneira que elas pudessem ser vigiadas a partir de um único compartimento central de controle; 23 anos depois ela seria fechada, sendo os detentos transferidos para outros presídios do Estado. A idéia de transformar a antiga Casa de Detenção na Casa da Cultura foi do artista plástico Francisco Brennand, que queria criar em Pernambuco uma instituição similar aos centros de educação nas áreas de literatura, teatro, música e artes plásticas, que estavam sendo criadas na França pelo escritor André Malraux. Inaugurada em 1976, o local é hoje um centro de cultura regional e ponto turístico obrigatório da cidade. Suas antigas celas são ocupadas por lojas de artesanato, livraria e lanchonetes. É um espaço para shows e representações folclóricas regionais e abriga também o Museu do Frevo.
Pátio de São Pedro
Desde 2005, o Centro Pernambucano de Design desenvolve ações de Design Social utilizando ferramentas capazes de otimizar processos produtivos, gerar novos produtos, diagnosticar os fatores locais de cada região, valorizando a identidade cultural como diferencial competitivo para incremento dos grupos produtivos e consequentemente maior geração de receitas, inclusão social e inserção no mercado. É uma organização que busca com firmeza a autosustentabilidade, e para tanto, as suas ações de design vem acontecendo dentro de um contexto de “Design Social” e que vem sendo validado em 2009 como o principal produto dessa organização.
Parque Dona Lindu
Uma belíssima área verde e de lazer à beira-mar, além de um moderno centro cultural. O projeto atualizado do Parque Dona Lindu, com o traço genial do arquiteto Oscar Niemeyer, cria um espaço que harmoniza as reivindicações dos moradores com as necessidades de uma capital cosmopolita como o Recife. Os equipamentos de lazer incluem quadra esportiva, rampa de skate, parque infantil, ciclovia e pista de cooper. Além disso, o projeto contém áreas para atividades físicas e convivência de adultos e crianças. Um pavilhão para exposições, teatro e restaurante completam o Parque.
Oficina de Cerâmica Francisco Brennand
A Oficina Brennand, erguida nas ruínas de uma olaria do início do século XX, como materialização de um projeto obstinado e sem trégua do artista Francisco Brennand.
Lugar único no mundo, constitui-se num conjunto arquitetônico monumental de grande originalidade, em constante processo de mutação, onde a obra se associa à arquitetura para dar forma a um universo abissal, dionisíaco, subterrâneo, obscuro, sexual e religioso. A presença do artista num trabalho contínuo de criação confere à Oficina um caráter inusitado, identificando-a como uma instituição intrinsecamente viva e com uma dinâmica que torna imprevisíveis os rumos da arquitetura e da obra.
Instituto Ricardo Brennand
O Museu de Armas Castelo São João foi criado pelo colecionador pernambucano Ricardo Brennand que, há mais de cinqüenta anos, vem adquirindo obras de arte das mais diferentes procedências e épocas, cobrindo um espaço de tempo entre os séculos xv e xxi, com peças provenientes da Europa, Ásia, América e áfrica.
Essas obras de arte estão reunidas em coleções de pintura, brasileira e estrangeira (com destaque para a maior coleção privada do pintor holandês Frans Post), armaria, tapeçaria, artes decorativas, escultura e mobiliário.
Olinda (sítio histórico)
A cidade de Olinda é um dos mais importantes centros culturais do Brasil, acumulando títulos como o de Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade (UNESCO) e a primeira Capital Brasileira da Cultura (2006). Em fevereiro, ocorre nas rua do sítio histórico o carnaval mais popular e democrático do Brasil, e durante todo o ano há eventos culturais, como feirinhas de artesanato, reggaes, sambas, maracatus e afoxés. Também há ambientes mais intimistas, como casas de festas, bares e restaurantes culturais.
08/07/2009
O NPernambuco chega com algumas atividades novas, a ‘Teoria e Ação’ é uma delas. A idéia é quebrar a formalidade das palestras, pondo em prática a horizontalidade gestor-encontrista, além de, como o titulo diz, pôr em prática toda a teoria, já que a ação contribui para a fixação do conteúdo oferecido.
De acordo com a dinâmica ela acontecerá em dois momentos: primeiramente o gestor oferece uma mini-palestra e, logo em seguida, em cima desse tema, oferta uma oficina.
Abaixo, a CONDe divulga, pra você encontrista, todos os palestrantes e os temas das TA’s que acontecerão no N:
Design à la carte: Inovando sem culpa
Clarice Goulart, Marina Nicolaiewsky, Fabiano Braga, Diego Silvério e Fernando Galdino
Desde o ideal bauhausiano de “forma e função”, passando pela obsolescência planejada e a qualidade total, a indústria busca melhores maneiras de se desenvolver. Mas com um mundo poluído, produtos inúteis e existências sem significado, para onde devemos direcionar nossos esforços? Abrangendo os avanços nas áreas sociais (antropologia) e a gestão de projetos com foco no desenvolvimento mais sustentável através dos processos criativos do design, temos o Design à la carte, uma oficina que propõe o foco no ser humano e na desmaterialização dos objetos usando a criatividade de maneiras diferentes e inerentes ao design.
Design e Superfície
Renata Rubim
Se no design em geral, os sentidos orientam a percepção e a interação entre nós e os projetos, no design de superfície isso pode se dar de uma maneira ainda mais dramática. A começar pelo visual, o uso da cor se reflete instantaneamente na relação que temos com o produto. Uma cor ou uma combinação de cores bem utilizada é fundamental para a relação entre usuário e produto.
No tátil os novos materiais, que têm chegado com o avanço tecnológico, entre eles tecidos e materiais de revestimentos, são, hoje, muito mais agradáveis ao tato. A alteração chega a impressionar, tão incrível é a diferença que podemos perceber ao tocar um tecido de poucas décadas atrás.Talvez essa seja a área mais perceptível aos nossos sentidos. Ainda na área do tato, a tecnologia tem possibilitado que os designers consigam pensar e resolver soluções criativas não só esteticamente, mas também, muitas vezes, com foco em usuários com deficiências visuais. É muito interessante sabermos que podemos levar a essas pessoas conceitos de bom design por meios não convencionais. Por isso, felizmente o design tem cada vez mais espaço para se tornar uma ferramenta de acessibilidade que, a meu ver, é uma de suas funções básicas.
Etnografia Aplicada
Fernando Galdino
A China se tornou a fábrica do mundo. Os problemas relacionados ao “como fazer” dos objetos já estão solucionados. Mas se a tecnologia sozinha não é mais provedora de inovação, de onde ela virá? Se tudo já foi inventado, como inovar? Para responder a essas perguntas o Design voltou-se as ciências sociais, em especial a antropologia e etnografia, buscando nos hábitos e comportamentos humanos as soluções e oportunidades paras os produtos e serviços do futuro. Assim, faremos uma “etnografia corporativa” com o intuito de aplicar os conceitos levantados.
Eventos, design gráfico, sustentabilidade e suas interlocuções
Kelly CAS Smythe
Este minicurso tem por finalidade iniciar o estudante no planejamento de projetos de design gráfico para a sustentabilidade em eventos. Para tanto, serão disponibilizadas informações na área de eventos considerando os tipos, formas de planejamento e suas fases, identificação da atuação do design gráfico nestas fases e introdução à sustentabilidade considerando suas bases econômicas, sociais e ambientais. A partir do entendimento das três áreas do conhecimento (eventos, design gráfico e sustentabilidade) e reflexão sobre suas ligações pretende-se, de modo prático, identificar e desenvolver diretrizes de design gráfico para a sustentabilidade em eventos, de forma a incrementar o trabalho de designers e organizadores de eventos.
Ferramentas para novos produtos, novos valores e novos cenários
Christian Ullmann
No contexto da cultura contemporânea o design, assume seu compromisso com modelos colaborativos e inclusivos, estimulando o desenvolvimento local e projetando as características da cultura brasileira no mercado global o design esta se distanciando-se das características industriais e conversa fluidamente com todas as atividades projetuaias. E que design é este? Este design propõe uma nova forma de pensar, de produzir de comercializar de usar de descartar e de reciclar; propõe uma nova estética, uma nova ética, uma nova tabela de valores e um novo equilíbrio. Seguramente esta nova forma de pensar o design é muito mais democrática e necessária para a realidade da brasileira
Jóias com relevo e cinzel
Celso Dorneles
O relevo no metal ou cinzel é uma arte milenar da ourivesaria já utilizada por antigos povos, tais como: etruscos, gregos, egípcios e romanos. Utilizada tanto para fazer jóias quanto para confeccionar utensílios domésticos (vasos, bules, etc.). Trata-se da execução de moldagem de desenhos (figuras, máscaras ou qualquer outra forma) em alto relevo sobre lâmina de metal, realizado manualmente com auxílio de instrumentos chamados cinzéis. Os cinzéis são feitos de ferro e modelados pelo próprio joalheiro que os confecciona conforme o desenho e/ou detalhes que deseja dar ao relevo. Sobre uma meia esfera que contém uma massa especial de cor preta em seu interior é fixada a lâmina de metal com o desenho a ser modelado. Martela-se, com martelos especiais, o cinzel sobre a lâmina de metal de modo contínuo, criando, deste modo, os referidos volumes, trabalhando do negativo para o positivo e vice-versa para o acabamento final.
LOLA
Marco Ogê e Luis Fernando
Seguindo a perspectiva de reconfiguração do design para o caminho da sustentabilidade, o objetivo principal do projeto DESIS – Design for Social Innovation and Sustainability (Design para a Inovação Social e Sustentabilidade) é coletar casos de inovação social com base na sustentabilidade pelo mundo. O Núcleo de Abordagem Sistêmica do Design (NasDesign) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) faz parte da rede DESIS-Brasil, que integra cinco universidades – UFSC, UFF, UFPR, USP e UFRJ – através de pesquisadores e linhas de pesquisa ligadas ao design e a inovação social. O DESIS internacional conta com a coordenação de Ezio Manzini e François Jégou, ambos do Politécnico de Milão (POLIMI). Por isso o NasDesign propõe a Teoria e Ação, que apresentará metodologias de investigação de inovação social (Looking for Likely Alternatives (LOLA), Abordagem Sistêmica do Design e Pesquisa-ação) para a busca por casos de inovação social pela cidade.
06/07/2009
É novidade todo dia!
Hoje estamos trazendo para vocês os temas das mesas redondas e seus convidados, cada uma com um release de como será (com exceção das duas últimas).
Escolham as que irão participar!
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confiram:
Cone Design e Movimento Estudantil
Convidados: Alexander Czajkowski, Clarice Goulart e Taygoara Aguiar
Consiste na idéia de demonstrar a politização apartidária do Conselho Nacional de Estudantes de Design e o conceito de ações nacionais integradas, coordenadas e executadas pelas entidades de base (PNU).
A discussão girará em torno do processo de criação de um C.A, estrutura e atuação, politização do movimento estudantil de design e megafônicas, além de outras idéias e atitudes propostas, realizadas ou inspiradas na filosofia do CAUEBA-UFBA, UFPR e CACO -UFRJ e seus integrantes.
O que o design tem a oferecer à sociedade?
Convidados: Cristhian Ullmann, Ivo Pons e João Batista
Atualmente vivenciamos o embate entre o ecologicamente correto, economicamente viável, socialmente justo e culturalmente representativo e a insustentabilidade provocada pelo que é ecologicamente errado, economicamente inviável, socialmente injusto, culturalmente inaceitável. Nesse contexto nos perguntamos qual o papel do Design e do Designer em relação à sociedade? Que influência tem ele, sobre as transformações que vivemos hoje? Será que Nenhuma?
Design do passado ao presente
Convidados: Ari Rocha, Anny Venâncio e João Calligaris
60 anos de design no Brasil, prática e teoria muito mudaram de lá pra cá não é mesmo? Vamos nessa mesa revisar a prática do design, desde sua instituição mais tradicional e antiga – ESDI, até o quanto isso influencia no ensino e na prática fora das universidades. O que esperamos? Em que lutas estamos sendo inseridos? No que o design mudou nesses anos todos de prática e discussão?
Regionalismo no Design
Convidados: Lia Krucken, Paulo Oliva e Emmanuelle Gomes
Vários elementos podem influenciar ato da escolha do produto. Eles possibilitam que as pessoas possam rastrear e identificar suas qualidades. A historia do produto pode ser identificada pelos seus elementos, culturais, sociais, históricos e ambientais permitindo ao consumidor apreciar com mais assíduidade a sua qualidade de forma mais ampla. O design pode apoiar a na identificação dessas qualidades de um produto local, analisando as suas ligações com o território, recursos ambientais, a comunidade que produziu e a condições de fabricação.
No estudo de caso como o do vale do Jequitinhonha, será analisado todo o histórico, condições e paradoxos do local. Localizado no estado de Minas Gerais, o vale é considerado um dos maiores produtores de gemas coradas responsáveis por abastecer as joalherias de todo o mundo. Com grande abundância em matéria prima. Sendo que a maior quantidade de pedras é exportada (Israel, EUA, Índia, Paquistão e etc.) ainda em estado bruto, o que causa um deficit em relação o que poderia ser produzido no nosso proprio pais, o que poderia gerar emprego e renda a população. A discussão irá fomentar as melhores possibilidades de atendimento ai setor contribuindo para o desenvolvimento local e nacional.
A utilização e a importância dos sentidos no design
Convidados: Márcia Okida, Renata Rubim, Dj Dolores e Graça Costa
A comunicação não ocorre apenas com a visão, mas existe com todo nosso corpo. Por isso, felizmente o design tem cada vez mais espaço para se tornar uma ferramenta de acessibilidade que é uma de suas funções básicas.
Torna-se fundamental, contudo, não apenas enxergar a grandiosidade de possibilidades trazidas por este universo, mas resgatar ensinamentos onde o gestual, o manual e o artesanal transformem-se em instrumentos para a expressão gráfica. A partir destes novos caminhos de construção do conhecimento, o sentido tátil passa a ser efetivamente experimentado, resgatando de forma contundente o fazer com as mãos.
O mercado de games no Brasil
Convidados: Rafael Sales, André Neves e Arthur Mittelbach
Debate sobre o mercado de games brasileiro abordando temas como: estratégias de viabilização da produção, baixo orçamento e dificuldades na captação de recursos, dificuldades para encontrar profissionais capacitados, gestão de projeto e de pessoas, qualidade, proximidade com o público, influência da crise econômica mundial no mercado de games, marketing e novas tecnologias.
Modernidade em foco: o local do design(er)
Convidados: Tiaggo Cavalcanti, Rafael Efrem e Lia Alcântara
Considerando como verdade as origens ulmianas do design brasileiro, voltamos nossos olhares para os conceitos de modernidade, sua influência na produção e, obviamente, no design. A crítica ao estilo internacional e ao aparecimento de redutos são uma consequência natural do discurso do design moderno. Destas críticas surgem os novos paradigmas do design contemporâneo, dentre eles, a sustentabilidade. Pretendemos percorrer estes caminhos afim de discutir o posicionamento do designer em momentos diferentes da história e que rumos o designer contemporâneo pode seguir.
Design Social x Assistencialismo
Convidados: Danilo Émmerson, Julia Asche e Luciene Torres
A atividade do design industrial é relacionada diretamente com a projetação e o atendimento as necessidades individuais e coletivas das pessoas, apesar da influencia das tendências de mercado e de uma economia capitalista, definidoras de padrões e estéticas. Mas apenas uma pequena parcela da população tem o poder de decidir suas aquisições, a maioria, não tem se quer acesso as suas necessidades básicas. Será que, como projetistas, planejadores e idealizadores de uma cultura material, podemos ficar indiferentes a essa realidade?
O “Designer” pode não somente agir como um criador de produtos, mas sim como agente de transformação; um elo entre a necessidade, o processo produtivo, o mercado e o desenvolvimento.
Trabalhando apartir da realidade local, capacitando grupos produtivos segunda a um metodologia colaborativa. Apostando na sua capacidade empreendedora, baseado na qualidade e no poder de venda de seus produtos. A Associação Design Possível aposta nesta ideia.
Debates interdisciplinares: Design, Consumo e História
Convidados: Sylvia Couceiro, Sílvio Campello, Kátia Araujo
Estabelecer conexões entre Design e Sociedade a partir de um debate multidisciplinar, envolvendo outras áreas como História e Antropologia.
Produção Cultural e Políticas Públicas relacionadas ao design
Convidados: Dida Maia, Philipe Camarão, Renata Gamelo
Os convidados não disponibilizaram release.
Educação e Design
Convidados: Prof. Eddy, Marina Nicolaiewsky, Mauro Alex Rego e Alexandre Oliveira
Os convidados não disponibilizaram release
05/07/2009
Olha aí, pessoal! A relação com os palestrantes do NDesign Pernambuco e uma explicação de leve sobre cada palestra.Agora confiram a lista!
Felipe Breyer:
“Processo de Game Design para Inovação, Ética e Sociedade”
A palestra abre a discussão de como o processo de design de jogos pode dar suporte a inovação na criação de jogos digitais. No intuito de criar novas experiências para os jogadores, os game designers possuem um novo canal de comunicação de massas para transmitir suas opiniões. Porém, nem só de advergames vive o discurso do game designer, desta forma é necessária a discussão mais ampla da influência dos jogos na sociedade, sua relação com a ética no design e sua forma de expressão, assim como é preciso avaliar se os mecanismos de indicação etária, como o ESRB, são adequados para definir o tipo de conteúdo disponível nos jogos.
Bruno Borges:
“Inclusão digital através da acessibilidade na Web”
Webstandards, semântica e acessibilidade certamente são termos familiares aos designers que atuam no desenvolvimento de projetos para a internet. Mas quais são as reais aplicações destes no que tange ao papel social do design? Websites adequadamente desenvolvidos podem universalizar o acesso à internet, tanto através dos dispositivos atuais, quanto dos inúmeros suportes que têm surgido. E ainda mais importante: a acessibilidade pode ser uma ferramenta a serviço da inclusão digital. Não no enfoque mais comum, dos socialmente desfavorecidos, mas daqueles com limitações físicas para o acesso à internet. Cidadãos com direito à informação, como qualquer outro, podem exercê-lo através da atuação do designer.
Robson Santos:
“Tá ligado?”
Artefatos digitais e mídias sociais ajudam a definir o cenário social contemporâneo. Independentemente de nível socioeconômico, as pessoas estão cada vez mais conectadas e interessadas na possibilidade de criar novos laços sociais. Algumas perguntas se colocam: Qual o limite da privacidade? Como usar a tecnologia social para o bem comum? Como a tecnologia digital impacta no comportamento? Quais as competências necessárias ao designer para atuar nesse contexto? De maneira interativa, o assunto será discutido com estímulo à participação do público, em uma troca de idéias típica dos ambientes de redes sociais.
Luli Radfaher:
“Design é estratégia”
A forma mais fácil de ver um trabalho valorizado é tornar clara sua importância. Pouco importa o momento em que está na carreira, o designer sempre enfrentará uma dificuldade em cobrar por seus serviços. Mesmo quando consegue chegar a uma fórmula para calcular o valor do que cria, o cliente parece sempre considerá-lo caro demais. As áreas de arte e finanças são complementares. É preciso quantificar, exemplificar, demonstrar. Não se pode esperar de um cliente com pouca capacidade de abstração estética que “suponha” coisas. Nada é pressuposto. E tudo tem seu preço.
William Paiva:
“Design na animação”
Como estética e funcionalidade também andam juntas em filmes de animação. Uma palestra que terá como ponto de partida o making-of de três filmes em animação produzidos com técnicas diferentes.
Heitor Scalambrini:
“Mudanças climáticas e o papel da energia solar”
A sociedade mundial começa a perceber que o aquecimento global, ou seja, uma mudança significativa no clima da Terra é um problema real e sério. As terríveis previsões sobre secas, inundações, tempestades, doenças, extinção de espécies, aumento do nível do mar e desgraças afins, fazem parte dos resultados dos estudos recentemente divulgados. Quem esteja acompanhando minimamente o noticiário sobre mudanças climáticas sabe que a questão central dos próximos anos no mundo e no Brasil será a energia. Que fontes vamos usar? Que vantagens e conseqüências negativas pode ter cada uma delas? O que é evidente que sem mudanças efetivas na estrutura energética, não vai adiantar nada e seguiremos firmes na rota de colisão em que o atual sistema
energético-econômico colocou a humanidade e o planeta.
Juliano Augusto:
“Inferninhos & Afins, por que eles precisam de nós?”
A palestra pretende mostrar a importância do design para a cultura independente, principalmente a musical, que passa por um crescimento intenso graças a democratização dos meios de produção, da decadência da indústria fonográfica e dos novos paradigmas de consumo de música. Esse cenário privelegia designers e ilustradores inquietos que buscam a criação de novas linguagens visuais, rompendo cada vez mais com uma imagem desgastada de um passado não muito rico (dos zines xerocados, dos panfletos ilegíveis e das capinhas toscas de fitas demo).
Michel Lent:
“O Design é centro do universo em um mundo dominado por interfaces”
Num mundo de interatividade digital, cada vez mais nossa comunicação se dá através de interfaces gráficas. Neste contexto, o Design ganha uma importância tremenda, na medida que ele é através dele que se dá a comunicação e a utilização de serviços e ferramentas. O designer ganha portanto uma importância única na história.
Renato Alarcão:
“Ilustração – Contar Histórias com Imagens”
Um papo por imagens para quem quer conhecer mais sobre esta poderosa ferramenta da comunição visual que é a ilustração. Muito mais do que desenhar bem, um ilustrador precisa saber conceituar visualmente, ser bom de idéias. Uma cabeça fértil é o resultado de um constante estado perceptivo, aquele onde estamos de olhos bem abertos e a mente como uma “esponja cultural”, curiosa para absorver múltiplas influências e estabelecer conexões entre elas. Uma palestra para quem deseja trabalhar com ilustração profissional, seja como ilustrador ou como diretor de arte.
Sâmia Batista:
“Como usar a identidade visual para valorizar a identidade cultural de grupos e associações de base comunitária?”
Que tal sair do mundinho do twitter, orkut, facebook e demais ferramentas que te conectam com o mundo e experimentar “o outro lado da coisa”? Que tal se conectar com os desconectados do mercado? Que tal usar os seus conhecimentos em design para tornar mais competitivos aqueles que naturalmente não são competitivos? Como usar o design para promover o exercício coletivo de reflexão sobre a cidadania? Como usar a identidade visual para valorizar a identidade cultural de grupos e associações de base comunitária?
André Storlaski:
“Branding e cultura”
Branding e cultura são duas palavras que se atraem e se repelem mutuamente, de acordo com as visões que se tenha de cada uma. Normalmente, elas andam em lados opostos da rua. O branding, visto como uma ferramenta de marketing que determina regras bastante estritas para a atuação das empresas, opõe-se a uma ideia de cultura que pressupõe liberdade de criação artística e transgressão de normas estabelecidas. Essas visões não correspondem à realidade. Recheada de exemplos práticos, a palestra “Branding e cultura” vai mostrar que esses termos são duas faces da mesma moeda e que seu casamento abre novas possibilidades para a atuação do designer em ambos os campos.
Fred Perman:
“O universo do design de embalagem”
A palestra irá analisar o universo do design de embalagem, como uma importante ferramenta do mix de marketing das empresas. Vai-se observar um pouco da história da evolução das embalagens e entender como e porquê o design é hoje tão importante no processo de desenvolvimento de qualquer produto. E também descobrir o que nós, designers, precisamos saber para responder a essa demanda crescente do mercado.
Melk Zda:
“O processo Criativo de A QUEIMA ROUPA”
Muitas pessoas não entendem como surgem as peças que desfilam nas passarelas, muito menos como elas se transformam e param nas vitrines. Essa palestra busca mostrar os processos criativos usados para as criações das peças da coleção A QUEIMA ROUPA – verão 2010. Esta coleção reflete a necessidade da defensiva e o desejo de ataque, o medo e a super valorização da violência no mundo contemporâneo, a inocência da irracionalidade. Como o mesclar o arsenal bélico em contraponto as balas de comer? Como jujubas podem emprestar suas cores para uma coleção forte mais não insensível? Dúvidas esclarecidas pelas peças por si só e por um processo para chegar a tais.
Celso Dorneles:
“Jóias exclusivas e para a indústria”
O objetivo da palestra é analisar e mostrar os sistemas usados para desenvolver o design de produto aplicado na produção de joias exclusiva e de joias para a indústria. São dois os métodos a serem apresentados: Produção de Joia Exclusiva ou Joia de Autor – o designer utiliza na maioria das vezes o método artesanal e a jóia é direcionada a um único usuário. Produção Industrial de Joias – o designer desenvolve coleções ou linhas de jóias com métodos de produção em série, direcionado a vários tipos de usuários e de mercado. Serão mostrados os sistemas de produção utilizados pelos povos antigos e os sistemas utilizados atualmente pelas indústrias para a produção em série de joias. Após a palestra, serão expostas joias exclusivas, coleções de joias de produção industrial, sistemas de fundição com métodos antigos e atuais, protótipos modelados manualmente e com software Cad/Can e design em pedras preciosas utilizados em joias exclusivas.
Nelson Lopes:
“Design automotivo – da criação ao mercado”
O Processo de Criação do Automóvel; Como se tornar um Designer de Automóveis; O Mercado Automotivo; Fatos e Mitos sobre o Univeso do Automóvel
Ricardo Tatoo:
“Tv Kills Arte Ataque! Revolução pela Educação”
Uso da arte urbana(grafites em arte stencil, cartazes de lambelambe e camisetas estampadas) como ferramenta de propagação cultural brasileira e cidadania. Escolha de alternativas politicamente corretas na produção e desenvolvimento de projetos comerciais.
Sheila Mota:
“O Ecodesign como agente transformador”
Quando o mundo desperta para a maior realidade que lhe cerca, a degradação dos recursos que nos provê a vida em todos os sentidos somos chamados a atuar de maneira consciente e incansável para um dos maiores desafios do século XXI, evitando ou minimizando os impactos adversos no meio ambiente. Sendo assim, qualquer desafio constitui tanto uma demanda, quanto uma oportunidade, quiçá uma necessidade. O grito do planeta abre caminhos que incentivam e motivam a preocupação com a qualidade do meio ambiente, fazendo com que surjam instrumentos que auxiliam os agentes desenvolvimentistas a fazerem uso de modelos de produção cada vez mais sustentáveis e ecologicamente corretos. O tema desta palestra buscará envolver os participantes através de uma sensibilização para a compreensão do papel do Ecodesign, abrangendo conceitos que propõem a integração dos aspectos ambientais no projeto de novos produtos e melhoria de produtos já existentes por meio da necessária atuação do Designer de maneira pragmática e proativa. Discussões sobre sugestões para um Design voltado para o cotidiano também se fará presente por meio da demonstração de cases que abordarão soluções nos variados meios da atuação humana, além disso, a troca de vivencias também comporá o cenário desta palestra.
Juliana Hollerbach:
“Você desenha para quem?”
Os produtos ou projetos gráficos são desenhados para as pessoas, conseqüentemente a sociedade é o público alvo do design. Vivemos na era do pós mercado de massa onde a segmentação de mercado foca a comunicação para nichos específicos. No final das “contas”, você desenha para quem? O design é social ou deve ser sociável? Quem é seu público alvo? Esta palestra propõe o desenvolvimento de uma metodologia sócio confirmatória da proposição projetual.
Diego Credidio:
“O designer no mercado de jogos”
A participação de um designer no projeto de um jogo vai além do planejamento visual.
Dentro do desenvolvimento de um jogo o designer é uma das peças principais do “tabuleiro” de uma empresa, sendo o responsável por diversas decisões que vão do game design, passando pela concepção estratégica de novos produtos, testes de experiência com os usuários e também pode ser um dos responsáveis pela definição da identidade visual do jogo.
Desenvolver um jogo envolve uma diversidade de conhecimentos e aptidões que o designer, pela sua formação, pode ser capaz de atuar em diferentes papéis.
O objetivo dessa palestra é mostrar as diversas atuações do designer dentro da indústria de jogos, dar uma visão geral do mercado pernambucano e brasileiro no desenvolvimento de jogos e mostrar quais os possíveis passos para quem quer seguir nesse mercado.
Solange Coutinho:
“O design da informação para educação”
A palestra abordará os aspectos que interligam o design gráfico (e da informação) e a Educação, especialmente na mediação entre as áreas – o estudo da linguagem gráfica. Especificamente, pretende de forma crítica e exploratória, cercar a problemática do ensino frágil e em muitas vezes inconsistente da linguagem gráfica nas escolas brasileiras de ensino fundamental. Assim como apresentar investigações conduzidas pelo Grupo de Pesquisa em Design da Informação da UFPE, que abordam estudos neste campo de interseção, que podem beneficiar de maneira significativa à qualidade do ensino através da visão sistemática, organizacional e prospectiva própria da atividade do design gráfico e da informação.
Fred Mamede:
“O uso eficiente da iluminação e luminárias”
Em tempos de aquecimento global a utilização de energia em iluminação é uma das maiores preocupações dos cidadãos e autoridades. Assim o uso eficiente da iluminação e a concepção inteligente de iluminarias se fazem cada vez mais necessário e indispensáveis. Além de uma preocupação ambiental, não podemos dissociar essa pratica de uma necessidade social – economizar energia e usar bem a iluminação no seu dia a dia é essencial.
Jonas Rafael Rossatto:
“Grandes idéias precisam de espaço.com”
A palestra consiste na conscientização da perene evolução da web. No cenário que estamos vivendo não há mais futuro; todos os dias há novidades, algo além da nossa imaginação. Os sites agora são interativos, com divulgação viral. Os portifólios também pegaram carona; passaram a ser blogs, campanhas e também sites interativos. E de quebra, abrigam diversos pontos de vista sobre seus trabalhos. É fato que os designers gráficos acabaram migrando para a web. Porém, acabaram se deparando com um enorme abismo de incompatibilidade. Todos sabemos que a web é completamente diferente do papel. Isso exige superação, dinamismo, versatilidade e competência. Unicamente desta forma é possível se destacar nas agências e free lances.
Jan Raphael:
“Green Branding: o design gráfico e a gestão de marcas ambientalistas”
A partir dos anos noventa as discussões ligadas às questões ambientais provocaram um crescimento acentuado no número de movimentos voltados para esta temática (ONGs, projetos etc.). Porém, este incremento também contribuiu para agravar a competição pelos recursos financeiros disponíveis e por eles utilizados. Para driblar esta concorrência torna-se necessário um diferencial agregado na hora da captação de recursos. Uma ação eficiente está em uma bem elaborada gestão de marca focada nos ideais ecológicos da organização, ou seja, a Green Branding. Desta forma, a palestra GREEN BRANDING, destina-se a proporcionar discussões sobre este tema e responder algumas questões como: o que é a Green Branding? Como pode ser a participação do Design Gráfico neste processo de gestão? E por que sua aplicabilidade pode ser positiva no caso de ONGs Ambientalistas?
Sílvio Diniz:
“Interação usuário x sistema: como melhorar essa relação?”
Devido ao crescimento de consumo e tecnológico embarcado nos produtos desenvolvido o usuário decai em um problema de interação com os mesmos. Vivendo em uma sociedade que consome tecnologia, esta não se mostra muito preocupada com os seus usuários. Ao pensar que em alguns produtos o simples ato de ligá-lo pode ser um desafio, que em alguns casos, pode ser intransponível, observamos que algo está errado. Neste contexto como fica o usuário? Manual? Nós lemos manual? A partir deste contexto a presente esta visa discutir como o designer poderá contribuir no desenvolvimento de produtos que tenham como premissa o aprendizado do usuário e que o sistema seja intuitivo. Mas como fazer isso com a diversidade de produtos existentes? O usuário poderá se comunicar com o produto? Como o produto poderá responder em tempo real?
Rosângela Govêa Pinto:
“Levantamento do estado da arte do artesanato da RM de Belém”
A palestra tratará sobre o projeto de pesquisa institucional intitulado “Levantamento do Estado da Arte do Artesanato da Região Metropolitana de Belém” no qual foi realizado um diagnóstico do artesanato nas tipologias de: madeira, fibras e cerâmica. O Cenário encontrado é restrito no que se refere ao desenvolvimento de processos e produtos, ainda é escassa a pesquisa de novos materiais de caráter regional para a inserção neste artesanato, sendo apenas utilizado materiais de origem industrial, os quais depreciam a identidade do mesmo. Finalmente, constatou-se a necessidade de ações de qualificação e gestão no setor e, bem como, as comunidades, de um modo geral, solicitaram um processo de capacitação dos grupos produtivos na .para todas as comunidades artesãs. A partir desta pesquisa, foi adquirido um financiamento junto a FAPESPA (Fundação de Amparo à pesquida do Estado do Pará) para a realização de um workshop intitulado “Efeito Artesanal”, no qual foi realizada a ação de intercâmbio entre artesões e designers(estudantes e egressos da UEPA), que gerou uma linha de produtos de adorno e acessórios, entre eles: bolsas, colares, pulseiras e brincos. Essa experiência foi registrada na forma de trabalho de conclusão de curso no ano de 2008.
Henrique Nardi
“Gráfico Amador”
O convidado não disponibilizou o release.
Amilton Arruda
“Biônica”
O convidado não disponibilizou release.
Fábio Campos
“Design e Tecnologia”
O convidado não disponibilizou release
04/07/2009
Para quem vem para o N, aqui vão algumas informações úteis para que você, encontrista, saiba como chegar a Faculdade Barros Melo – AESO (sede do NDesign) sem problemas!
Onde fica a AESO? A faculdade fica na Avenida Transamazônica, 405, no bairro de Jardim Brasil II, Olinda.
Como chegar:
Aeroporto
Saindo do Aeroporto Gilberto Freyre, existem duas opções de transporte, ônibus e taxi.
- Táxi -
Teremos táxis credenciados, em parceria com a Easy Brazil. Sobre os táxis, mais informações aqui: http://www.ndesignpe.org/vemdeaviao
- Ônibus -
Quem vai do aeroporto para o NDesign, vai precisar pegar dois ônibus.
Primeiro, pegue a linha 043 (Aeroporto/Tacaruna – Derby) e descer na Avenida Governador Agamenon Magalhães. Na Agamenon, é possível pegar a linha 825 (Jardim Brasil / Joana Bezerra), que para perto da sede do NDesign. Lembrando que a tarifa para as duas linhas são de R$ 1,85.
Telefones úteis:
Aeroporto Internacional dos Guararapes / Gilberto Freyre: 081-3322-4188
Terminal Integrado de Passageiros (Rodoviária): 081 3452-1103
Grande Recife (Informações sobre linhas de ônibus): 0800 081 0158
Servi-Taxi: 081 2122-0202 / 3423-1221 / 3222-1825
Teletaxi: 081 2121 – 4200 / 3429-6222
Coopetaxi: 081 3424 – 8944 / 3424-7496
No próprio site da AESO, existe uma janela explicando como chegar lá, confiram: http://www.barrosmelo.edu.br/?area=como_chegar
01/07/2009
Enfim saiu o último resultado que faltava: VerDesign!
A CONDe Pernambuco agradece a todos os inscritos e traz para vocês os selecionados para o VerDesign, a exposição de fotografias que acontecerá no NDesign, que contará com temas e estilos diferentes de fotografar.
As fotos selecionadas foram:
Fotografia Tradicional:
_MG_7154 S/N
Por: Dudu Viana
DSC_4410 S/N;
_DSC2126 S/N
Por: Maíra Erlich
Ver design 2
Por: Elton Virginio da Costa Silva
Mirante Férrico
Por: Eva Jussara Carvalho Furtado
verdesign1;
verdesign3
Por: Felícia Fábula
Ilustrada;
passageiro
Por: Saulo Roberto Araújo Amaral de Freitas
Pesquisa Contemporânea
Tres vezes vida;
à procura da luz
Por: Amanda Marques
Igrejas e salões empoierados
Por: Larissa de Melo
_DSC1648 S/N;
_DSC2900 S/N;
_DSC1651 S/N
Por: Maíra Erlich
Voadores
Por: Saulo Roberto Araújo Amaral de Freitas
Qualquer dúvida sobre o resultado da seleção, mande um email para verdesign@ndesign.org.br
01/07/2009
Como em todo evento, cada participante recebe um kit, contendo normalmente bloco de anotações, caneta, crachá, as vezes régua, um guia com todas as informações sobre o evento e, dependendo do local e da criatividade/boa vontade/preocupação da comissão organizadora.
Este ano o NDesign tem como conceito o Design Social, e isso sem dúvida engloba a sustentabilidade.
Com a colaboração do PREA (Projeto de Educação Ambiental) os bloquinhos para o NDesign foram feitos.Mas como? Fácil (pelo menos a idéia)!
Sabe aquelas folhas que você (ou a pessoa do computador ao lado) imprime de um lado só e depois acha que é lixo?
Pois é. Eles se empenharam e conseguiramos juntar mais de 21 mil folhas formato A4.
Com o apoio da Gráfica Santo Antônio, foram confeccionados mais de 4 mil blocos! Todo participante do NDesign PE 2009 vai receber um no seu kit do encontrista!

antes

depois
Confira a postagem completa no blog: http://prea.wordpress.com/
30/06/2009
Quem se inscreveu até ontem (29/06) ainda conseguiu pegar o último dia do segundo lote de inscrições.
A partir de hoje iniciou-se o terceiro lote e se você ainda não fez a sua inscrição, essa é a penúltima chance de se inscrever para o NDesign Pernambuco. O valor da inscrição de estudante passou de 85 reais para 105 reais.
Lembrando que a terceira fase irá até o dia 10 de Julho e que depois dessa data, você só poderá se inscrever durante o evento com o valor de 145 reais a inscrição de estudante, sem direito aos pacotes de alimentação e alojamento!
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